Pastoral

Crianças sob Ataque

15 Capa OutubroA professora da creche em Janaúba, Heley de Araújo, entrou em luta corporal com um homem em chamas para arrancar dos seus braços criancinhas indefesas. Fez o que foi possível,
conseguiu salvar alguns, e acabou pagando com a própria vida. Uma heroína! Merecidamente, o presidente Temer concedeu a ela a Ordem Nacional do Mérito, uma honraria dada pela 'dedicação e serviço ao país e à sociedade brasileira'.

O que aconteceu na pequena e querida Janaúba é um retrato do Brasil. Na TV, no esporte, nas salas de aula, na política, e até mesmo na religião, há mulheres e homens imorais, pedófilos, violentos, maus, blasfemos, homicidas, corruptos, caluniadores, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, adúlteros, mentirosos, falsos, sem misericórdia, com o coração e a mente em "chamas pela maldade e perversão", querem abraçar crianças indefesas, jovens e adolescentes brasileiros. Um abraço de morte. Um abraço da morte.

Não seria essa trágica história uma "parábola da vida real"? Não estará Deus falando conosco, com a sua Igreja? A professora foi pega de surpresa. Se assim não fosse, talvez teria até mesmo evitado a tragédia. O elemento surpresa foi fatal. No nosso caso somos indesculpáveis. Desde o início Jesus nos alertou a respeito da missão do inimigo: 'matar, roubar e destruir'.

Perplexos e paralisados temos visto um ataque aqui, outro acolá, como a história do homem que permitiu a outro que pisasse nas flores do seu jardim. Aos poucos o vizinho não só destruiu todos os canteiros, mas entrou na casa,  deitou na cama do casal, abusou da esposa e das filhas daquele homem que, atônico, não conseguiu mais reagir.

Aqui, em nome da arte(?), uma exposição que blasfema contra Jesus e promove todo tipo de perversão sexual. Ali, uma ideologia que diferencia sexo de gênero e diz que as crianças devem ter o direito de escolher o que vão ser a partir dos 12 anos (homem, mulher, ou nenhuma das duas opções). Mais adiante, uma cartilha, destinada a crianças a partir dos cinco anos, ensinando 'como se transa'. Além, escolas nas quais as crianças e professoras tem que fazer xixi no mato.

Alhures, um homem, que ejaculou no ombro de uma mulher dentro de um ônibus, é colocado em liberdade pela justiça porque o juiz entendeu que "não houve constrangimento tampouco violência ou grave ameaça".

Os sinais estão por toda parte. Mencionei apenas alguns. "Vem a hora, e já chegou", da Igreja se levantar e lutar, em nome de Cristo, em prol da salvação das crianças, adolescentes e jovens brasileiros. Sei que os verbos "lutar", "guerrear", "batalhar", assustam muita gente, até mesmo dentro das igrejas. Mas foi exatamente esses verbos que foram usados por Paulo para nos falar a respeito do que nos espera como seguidores de Jesus. "A nossa luta, guerra ou batalha, não é contra carne e sangue, mas contra principados e potestades nas regiões celestes".

Por amor a uma jovem possessa, Paulo e Silas enfrentaram o inimigo, as autoridades, a opinião pública e os homens maus que abusavam de uma adolescente. Pagaram um alto preço. Foram humilhados, injustiçados, surrados e presos. Mas valeu a pena! Uma adolescente foi liberta!

Valeu a pena, professora! Crianças foram salvas! Quero seguir o seu exemplo! Para que outros possam viver, e viver para sempre!

Marcelo Gualberto

 

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